Ao lado dos seus companheiros de equipa, Pietro Fittipaldi e Chris Cumming, o jovem piloto português assinou uma prestação muito sólida no circuito de Road Atlanta, deixando a pista com a certeza do dever cumprido, ainda que com um misto de sentimentos quanto ao resultado final.
A sensivelmente 1 hora e 30 minutos do fim da prova, o trio ocupava a segunda posição da classe, fruto de um ‘stint’ extremamente consistente e competitivo por parte de Manuel Espírito Santo. Contudo, uma fase final atribulada, marcada por sucessivas entradas do ‘Safety Car’ e por uma opção estratégica que não produziu os frutos desejados, acabou por despromover a equipa ao sexto posto, recuperando depois até ao quinto lugar final.
"Terminar as 10 Horas de Petit Le Mans no top 5 é um resultado positivo, mas é impossível não sentir alguma frustração quando estivemos tão perto de lutar pelo pódio até à fase decisiva", começou por explicar Manuel Espírito Santo. "Fi-lo com um ‘stint’ muito consistente que nos colocou no segundo lugar, mas as paragens sob ‘Safety Ca’r acabaram por jogar contra nós em termos de estratégia. Caímos para sexto, mas acabámos por recuperar um lugar."
Apesar do desfecho agridoce na última jornada do campeonato, a avaliação do ano do jovem piloto português é claramente positiva, marcada por um crescimento constante num dos contextos mais competitivos do automobilismo mundial.
"Olhando para o cômputo geral, este foi um ano de enorme aprendizagem para mim. Adaptar-me a um novo campeonato e a circuitos com exigências únicas nos Estados Unidos foi um desafio exigente, mas muito enriquecedor. Aprendi imenso ao longo de toda a época e estou confiante de que todo este trabalho e experiência vão dar frutos já no próximo ano," concluiu Manuel Espírito Santo.
Terminou a época nos Estados Unidos, mas Manuel centra já atenções no próximo fim-de-semana, na última jornada do European Le Mans Series em Portimão.


