Depois de um primeiro dia de superação, com um percurso muito exigente e com um furo a condicionar a prestação da equipa, a dupla portalegrense arrancou para o último setor seletivo com o objetivo de assegurar um lugar no top 10 da classificação. Tudo apontava para uma boa recuperação quando uma avaria numa homocinética forçou Nuno Matos a abandonar a prova.
“O primeiro dia foi muito difícil. Para além da exigência do percurso, o furo e um problema no macaco fez com que perdêssemos demasiado tempo e isso condicionou a nossa prestação, mas sabíamos que podíamos recuperar e os 55 quilómetros que fizemos no segundo dia mostraram que estávamos certos. Diverti-me imenso, consegui imprimir um ritmo muito bom – os tempos mostram isso mesmo - mas infelizmente não foi possível terminar”, relata o piloto.
Apesar do desfecho, Nuno Matos mostra-se otimista em relação ao futuro e destaca a evolução do projeto.
“Sinto-me triste por não ter terminado, principalmente porque íamos realmente muito bem, já dentro do top 10, e a verdade é que, tal como aconteceu em Beja, estamos a conseguir andar com consistência nos 10 primeiros. Há ainda um caminho a percorrer, mas as boas sensações que o Amarok Proto nos tem dado fazem-nos acreditar que estamos no rumo certo”, salienta, destacando o trabalho de Ricardo Claro e de toda a equipa, e agradecendo a todos os parceiros e patrocinadores do projeto.
O próximo desafio do CPTT é já de 25 a 27 de Abril, na Baja TT Norte de Portugal.